quarta-feira, 24 de março de 2010

Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes

A Estação Cabo Branco Ciência, Cultura & Artes foi projetada para abrigar e difundir as atividades científicas, artísticas e culturais da cidade de João Pessoa.

O complexo arquitetônico foi projetado por Oscar Niemeyer e sua equipe de auxiliares formada pelos arquitetos Cydno Silveira e Luiz Marçal. Em pleno funcionamento o complexo arquitetônico foi inaugurado no dia 3 julho de 2008 e está localizado na Avenida João Cirillo Silva, Altiplano Cabo Branco próxima a Zona Especial de Preservação, conhecido por Parque do Cabo Branco, uma das regiões mais privilegiadas da Capital e patrimônio geográfico, histórico e cultural da cidade. O complexo possui ao todo 8.571 metros quadrados de área construída.

A Estação é composta pelos seguintes equipamentos:

•TORRE - O edifício está sobre um espelho d`água. Possui três andares. No primeiro pavimento um amplo espaço para exposições permanentes e temporárias. No segundo piso além do espaço permanente para exposições, dispõe ainda de uma sala de audiovisual. E no terceiro andar o espaço panorâmico, também conhecido por mirante, onde o visitante tem uma visão da orla marítima da cidade de João Pessoa.
•AUDITÓRIO – Tem capacidade para 501 pessoas e duas salas para convenções com 200 lugares, além de um conjunto de salas especiais para a formação artístico-cultural de alunos da rede pública.
•ANFITEATRO – Projetado para acomodar 300 pessoas sentadas.
•LOJA E LANCHONETE - Loja para venda de obras de arte e objetos em pequenos formatos e lanchonete para lanches.
•ADMINISTRAÇÃO - Bloco na parte posterior do terreno, que serve de apoio à administração, manutenção do conjunto e serviços gerais.
•ESTACIONAMENTO – São 198 vagas para veículos, incluindo áreas para deficientes físicos e portadores de necessidades especiais. Um espaço específico para ônibus.

domingo, 21 de março de 2010

O coro da direita contra os direitos humanos

Como há tempos não se via no país, quase todos os setores conservadores da sociedade brasileira uniram-se no fim de dezembro e, de forma orquestrada, atacaram. O alvo foi o 3° Programa Nacional de Direitos Humanos, duramente criticado pelas Forças Armadas, empresários do agronegócio, setores da Igreja Católica e proprietários de meios de comunicação.

Lançado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, em 21 de dezembro, o texto é a terceira versão de um programa do governo federal para a área. O PNDH-I e o PNDH-II foram elaborados em 1996 e 2002, durante os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso.

A virulência das críticas ao programa que apareceram na imprensa comercial relembra o período ditatorial. Editoriais e artigos assinados acusaram o plano de querer revogar a Lei de Anistia, chamando os militantes que combateram a ditadura de revanchistas, e alertando para possíveis iniciativas “comunistas”.

Os principais ataques partiram dos militares, que, às vésperas do ano novo, por meio de seu porta-voz, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticaram o ponto do plano que instituía a Comissão Nacional da Verdade para apurar os crimes cometidos durante a ditadura civil-militar (1964-1985). Jobim ameaçou pedir demissão juntamente com os três comandantes das Forças Armadas, que disseram que a busca da verdade não pode significar “revanchismo”.

A principal causa da discórdia foi a existência do termo “repressão política”: os militares temiam que a expressão pudesse indicar uma investigação dos órgãos repressivos da época. Assim, pressionaram para substituir o termo para “conflito político”, dando margem para se ampliar a investigação também sobre os supostos crimes cometidos por militantes da esquerda. O ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, protestou, afirmando que colocar no mesmo patamar torturadores e torturados não é uma questão negociável. Declarou ainda que, se as vítimas da ditadura também passassem a ser alvo de investigação, ele pediria demissão.

Demais reações
Já a presidente da Confederação Nacional da Agricultura, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), afirmou que o programa discrimina o setor ruralista. O trecho do plano criticado é o que prevê a realização de audiências públicas antes que um juiz decida se concede liminar de reintegração de posse de uma fazenda ocupada. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, também atacou. Segundo ele, o decreto vai trazer instabilidade jurídica para o campo.

O documento ainda recebeu críticas de bispos da Igreja Católica, que reagiram a artigos que propõem ações para apoiar um “projeto de lei que descriminaliza o aborto”, “mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos”, a “união civil entre pessoas do mesmo sexo” e o “direito de adoção por casais homoafetivos”.

As entidades patronais de meios de comunicação também se manifestaram contra pontos do programa. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) divulgaram uma nota conjunta na qual afirmam que o texto do decreto do governo contém ameaças à liberdade de expressão. Nessa área, um dos objetivos do plano é regular os meios de comunicação para que mantenham uma linha editorial de acordo com os direitos humanos, com sanções para os que desrespeitarem as normas.

Curiosamente, parte desses pontos que foram criticados já constava nos dois programas anteriores, aprovados na gestão tucana de FHC. “Esse programa é uma continuidade natural dos outros, é coerente com os anteriores. É surpreendente que a crise mobilizada agora não tenha ocorrido durante o lançamento do segundo programa”, comenta a professora da faculdade de educação da USP, Maria Victória Benevides.

Ela questiona o fato das reações virem apenas no fim do ano, apesar do plano já estar disponível na internet há tempos. “Quando houve o lançamento do programa [em 21 de dezembro de 2009], os jornais também não deram muito destaque ao conteúdo. Só deram atenção para o novo visual da ministra Dilma Rousseff, o que me deixou impressionada”.

O que também foi pouco divulgado pela imprensa coorporativa é que a criação da Comissão da Verdade já havia sido recomendada durante a 11ª Conferência de Direitos Humanos, realizada em dezembro de 2008, em Brasília.

Recuo presidencial
Para acalmar os ânimos dos militares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um novo decreto, em 13 de janeiro, que suprime o trecho que dizia que a Comissão da Verdade iria promover a apuração das “violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política”. Assim, o leque de violadores dos direitos humanos ficou amplo, deixando “no ar” quem seriam os investigados.

A medida também prevê a criação de um grupo de trabalho para “elaborar anteprojeto que institua a Comissão Nacional da Verdade (...) para examinar as violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. Tal período proposto pelo decreto presidencial vai de 18 de setembro de 1946 a 5 de outubro de 1988, e não mais o que compreende a
ditadura civil militar, conforme o texto original.

Para entidades e defensores de direitos humanos, o novo decreto representa um grande recuo de Lula. “O presidente da República, seguindo seus hábitos consolidados, resolveu abafar as disputas e negociar um acordo. Esqueceu-se, porém, que nenhum acordo político decente pode ser feito à custa da dignidade da pessoa humana”, criticou Fábio Konder Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito, em artigo publicado na página da internet da Caros Amigos.

O acordo foi “lamentável”, e faz parte de uma “tradição conciliatória da política brasileira”, acredita Maria Victoria. “Acho muito complicado tirar a expressão ‘repressão política’. Torturas, assassinatos e prisões ilegais são repressão política abusiva e criminosa”, critica. Além disso, opina, “não tem o menor cabimento jogar o início do período examinado para 1946”. Afinal, “o período da repressão política é de 64 a 85”, indigna-se.

Para Cecília Coimbra, vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, “o governo recua em nome de uma pseudogovernabilidade e abre mão de esclarecer o que ocorreu durante a ditadura. Essa supressão das expressões é muito séria, descontextualiza historicamente e tira a responsabilidade do Estado. Esse decreto é uma coisa escandalosa, vergonhosa”.

O que os setores militares vêm tentando fazer, com a ajuda da grande imprensa, é defender a tese de que “houve excesso dos dois lados”, tanto do regime autoritário como dos militantes de esquerda que pegaram em armas, o que justificaria um “vale-tudo”. “Com isso, tenta-se produzir a teoria dos dois demônios”, alerta Cecília.

Derrota
Também tem sido propalada a ideia de que os defensores da Comissão da Verdade e militantes de direitos humanos são revanchistas. “Seríamos revanchistas se estivéssemos reivindicando que quem torturou deva ser torturado, que quem matou deva
ser morto, que quem estuprou, vai ser estuprado. O que absolutamente não é o objetivo de ninguém”, ressalta Maria Victoria. “Eu sou favorável à responsabilização dos autores diretos desses crimes assim como de seus mandantes e responsáveis. Uma punição dentro da lei. Mas isso é com o Judiciário, não vai ser um programa do Executivo que será responsável por punição. O objetivo da Comissão tem que ser tornar público o resultado dessa investigação. Depois é com o Judiciário”.

Assim, a professora considera a mudança no texto do 3° Programa Nacional de Direitos Humanos uma derrota, “principalmente quando a gente vê que uma aliada natural da causa dos direitos humanos como a Igreja se somou de uma maneira bastante infeliz ao que existe de pior na direita”. No entanto, ela enfatiza que a derrota é de “batalha e não da guerra”.

Outra questão levantada pelos militares e divulgada com o apoio da imprensa corporativa é a de que, com a Comissão da Verdade, o ministro Paulo Vannuchi e as entidades de direitos humanos pretendem revogar a Lei de Anistia de 1979, que prevê, em seu primeiro artigo, “anistia a todos quantos (...) cometeram crimes políticos ou conexos com estes”. Apesar de ter sido publicado nos meios de comunicação que o programa pretendia revogar a lei, inclusive em manchete do jornal O Estado de S. Paulo, em nenhum momento o Programa Nacional de Direitos Humanos cita alguma intenção nesse sentido.

“Ninguém falou em revogação. A questão é colocar a lei nos trilhos porque ela foi deturpada, desviada para abranger o perdão para torturadores e assassinos que obviamente são culpados de crimes comuns, bárbaros. Nenhum país onde vigora o Estado de Direito pode deixar de considerar isso crime comum, principalmente os que estabeleceram Comissões da Verdade”, alerta Cecília.

Tatiana Merlino é jornalista.
tatianamerlino@carosamigos.com.br
Revista Caros amigos - Ano XIII - n° 155 - Fevereiro 2010
http://carosamigos.terra.com.br/

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pequeno olhar para lugar nenhum

Nor-destino

No sertão de Carolina, no Maranhão, fotografei esta criança com seus olhos perdidos em uma distancia que talvez jamais chegará a ela, olhos lá no Planalto Central de onde saem bolsas isso e bolsas aquilo,criando uma legião de acomodados (excluam-se os idosos e deficientes) que poderia muito bem ser uma força produtiva, mantida inerte, por objetivos sobretudo políticos, atitude governamental que só mais tarde, daqui há muitos anos, fará sentir o seu nefasto resultado na produção do País. Gerar emprego, por o povo para trabalhar, honestamente e bem remunerado, isso é que deveria estar sendo feito, para crescer e desenvolver o Brasil.
No mesmo sentido, incentiva-se a luta de classes com a instituição de cotas raciais. Facilita-se o acesso à Universidade, porém não se pode facilitar o acesso ao mercado de trabalho, pois este é alcançado em concursos e disputa classificatória que quase sempre não pode ser manipulada e dificilmente obtida por quem não lutou para entrar na faculdade. De que adianta fazer doação de grau universitário se o diploma apenas servirá para adornar a parede? Tudo é uma cortina de fumaça para tentar esconder a falência do ensino público patrocinada pelo Governo. Lembras de como o Paes de Carvalho era o grande celeiro da intelectualidade e lideranças políticas do Pará? Considero também meio estranho falar-se apenas em negritude em um País predominantemente de mulatos.
Veja a reforma agrária, tão badalada e com a qual se gastou e gasta tanto dinheiro e até hoje nada de concreto apresentou, pois em uma região como a nossa, com mais de 480 assentamentos, até o quiabo e o maxixe que crescem como mato, vêm de fora. Na década de 60, Carlos Lacerda disse: " Há uma reforma agrária a ser feita neste País, mas ela não se fará apenas nos Cartórios, simplesmente transferindo a titularidade da terra, mas sim, revolucionando os métodos de produção agrícola." Tudo muito atual, não achas? A verdade é que continuamos, ao longo dos tempos, não importando quem seja o eventual inquilino do Palácio do Planalto, a jogar para a arquibancada.De que adianta propagar o crescimento do País se o parâmetro é apenas a comparação com os governos anteriores e ficamos na poeira quando comparados com as demais Nações?

Pedro Marinho

domingo, 7 de março de 2010

Goiana - Renata

Goiana é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Localiza-se a uma latitude 07º33'38" sul e a uma longitude 35º00'09" oeste, estando a uma altitude de 13 metros. Sua população estimada em 2004 era de 74.782 habitantes.
Centro industrial importante da zona da mata pernambucana, Goiana produz cimento, açúcar, cal, casulos de algodão, móveis e artefatos de fibra de coco. As principais lavouras do município são de cana-de-açúcar, coco-da-baía, mandioca e fumo. A cidade de Goiana originou-se de um dos mais antigos núcleos de colonização da região e foi, por diversas vezes, sede da capitania. Goiana localiza-se no norte do estado, perto da divisa com a Paraíba, a sessenta e cinco quilômetros de Recife e a cinqüenta e cinco de João Pessoa.
A povoação foi elevada a freguesia em 1568 quando parte da capitania da Ilha de Itamaracá foi doada ao colono português Diogo Dias. Em janeiro de 1640 defrontaram-se entre Goiana e a ilha de Itamaracá a esquadra de D. Fernando de Mascarenhas, conde da Torre, e a holandesa, comandada por Willen Corneliszoon, num combate que seria imortalizado em quatro gravuras de Frans Post.
No dia 24 de abril de 1646, munidas de paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucupapo, pequeno distrito do município, venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias. Evento este conhecido e retratado em filme denominado de "Epopéia das Heroínas de Tejucupapo", que no último domingo de abril é recontada através de uma encenação teatral ao ar livre no marco histórico pelo Clube das Mães. A encenação mostra a vida de mulheres que lutaram contra os invasores e contra o preconceito.
Elevada à categoria de vila em 15 de janeiro de 1685, ganhou foros de cidade em 5 de maio de 1840 e de sede de município em 3 de agosto de 1892.

fonte: wikipedia

Entrada da cidade:



Todas as casas possuem antenas parabólicas:




Saboreando um delicioso casquinho de caranguejo no restaurante "Buraco da Gia":

Pousada que serve de ponto de apoio para Renata durante a pesquisa, que ela eatá orientando, com os "macacos pregos galegos" que vivem na reserva de Mata Atlântica da Usina Maravilha (esses Marinhos estão em todas):

Despedida, voltamos para Recife e Renata ficou em Goiana para continuar o seu trabalho:

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Em defesa do vale night

Publicado no Jornal do Commércio em 21.02.2010.
Revista JC - Número 236 - Pag. 18.
Sexo@cidade - Flávia de Gusmão
flgusmao@jc.com.br

Sou totalmente a favor do vale night, esta modalidade divulgada incansavelmente pela banda Asa de Águia durante o Carnaval. O vale night, pelo que pude entender, é uma espécie de saída honrosa para os que querem permanecer juntos, mas também querem poder desfrutar de uma folga do amor em tempo integral, o que, convenhamos, cansa mesmo.
O hit caiu como uma luva para os foliões, mas ele não deveria ficar restrito a uma única época do ano. O vale night vai demorar a pegar, afinal, liberdade com responsabilidade ainda é um conceito muito confuso entre os hábitos nacionais. Na referida canção, o protagonista da trama (pode ser ele ou pode ser ela) berra em alto e bom som que tudo o que precisa para ser feliz é de uma folga, umazinha que seja, uma espécie de passe livre que lhe permita sair sem a tradicional escolta que sempre é imposta pelo compromisso de ser casal, mas com a responsabilidade de quem quer continuar sendo casal. Confuso? Será?

Na verdade, não há qualquer novidade na dinâmica do passe livre. A verdadeira inovação aqui, me parece, é dar nome aos bois. Gerações e gerações têm usado o vale night sob falsos pretextos. Eles dizem que estão saindo para uma noite com os rapazes, elas contrapõem alegando que a quarta é dia de sair com as meninas. O agrupamento genérico, masculino e feminino, me parece mais uma desculpa esfarrapada para dizer o indizível, que seria: “Amor, vamos cada um para um lado, pelo menos duas vezes por semana, porque não tem quem possa viver enganchado feito corda de caranguejo”, o texto aqui é livre, cada um tem um seu, mas a ideia é praticamente a mesma.

É curioso observar que esta ideia de que tudo no mundo, depois que a gente se assume como casal (namoro, noivado, casamento), tem que ser, obrigatoriamente, feito simultaneamente a dois, é justamente o que torna, em alguns momentos, insuportável a ideia de assumir um compromisso. Não é à toa que todos os grupos que lidam com dependentes (álcool, narcóticos, bulímicos) evitam usar a expressão “para sempre” em suas normas de conduta. É sempre um dia de cada vez.

Esta é uma noção que, pelo que pude observar nos adolescentes à minha volta, começa a ser cultivada desde bem cedo, quando estamos apenas aprendendo os truques de conseguir um vínculo com alguém e, mais importante ainda, mantê-lo. Aprendemos com os nossos pais, que aprenderam com os pais deles, ensinaremos aos nossos filhos e eles aos filhos deles que compromisso é sinônimo de prisão. Não admira que, passados alguns anos juntos, surja um inevitável cansaço do outro. É engraçado, mas, a individualidade é soberanamente confundida com egoísmo, e é aí que tudo vai ralo abaixo e a gente começa a procurar passes especiais que nos garantam uma liberdade, ainda que temporária.

Algumas situações são tão carregadas de medo e ansiedade que foram banidas de qualquer relacionamento. Admitir que gostaria de ir a algum lugar só, e não acompanhada, em algum momento da nossa história, não se sabe por que, foi traduzido como: “Você não me ama mais”. E nem sempre, ou quase nunca, é verdade. Quando a gente é bem jovenzinho (e depois de maduro fica tão acostumado que acaba se repetindo) a gente acredita que se não mantivermos uma vigilância constante sobre a pessoa que amamos algo de muito terrível irá afastá-la de nós. É por isso que a gente fica tão frustrado quando, por mais esforço que tenhamos empregado em ser 100% visível e presente acabamos justamente por perder o que desejávamos, a todo o custo, manter.

Dizer: “Vai você, que hoje eu não tô com muita vontade”, sem fazer caras e bocas, trombas e cobranças, pode ser infinitamente mais terapêutico do que agir como guarda de trânsito desesperado para descobrir uma falha no veículo. Todo mundo precisa de um, de um, não, de vários vales nights por ano.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Triunfo - Último dia

Alvorecer:

18 graus:

Voltando para casa:

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Andorinhas:

Música Popular Brasileira:

Valeu:

Quarto dia - Uma volta solitária pela cidade



A maioria dos muros e muitas casas são feitas de pedras retiradas das rochas da região.



O primeiro gerador de energia da região (1920).

Cadeiras na calçada, costume abandonado nas grandes cidades:






Cabaças:



Barzinhos com cadeiras na calçada ao lado da estação inferior do teleférico:



Triunfo - Quarto dia - Cachoeira do Pinga


Yone não foi para este passeio porque estava com o pé machucado e o caminho exigia uma boa caminhada por caminhos difíceis.

A caminho da cachoeira do Pinga:







Cachoeira do Pinga. Com pouca água por causa do verão sem chuvas:

Paisagem deslumbrante: